Quotes – Rabindranath Tagore

0 COMENTÁRIOS | Postado em 11-05-2013 por Joao Muniz na categoria Quotes

“Não podes ver o que és. O que vês é a tua sombra.”
Rabindranath Tagore


Poetas – Jorge Luis Borges

0 COMENTÁRIOS | Postado em 09-05-2013 por Joao Muniz na categoria Poetas

Poema dos Dons

Ninguém rebaixe a lágrima ou censura
Esta declaração da maestria
De Deus, que com magnífica ironia
Me deu mil livros e uma noite escura.

Desta terra de livros fez senhores
A olhos sem luz, que apenas se concedem
Sonhar com bibliotecas e com cores
De insensatos parágrafos que cedem

As manhãs ao seu fim. Em vão o dia
Lhes oferta seus livros infinitos,
Árduos como esses árduos manuscritos
Que pereceram em Alexandria.

De fome e sede (narra a história grega)
Morre um rei entre fontes e jardins;
Eu erro sem cessar pelos confins
Dessa alta e funda biblioteca cega.

Enciclopédias, atlas, o Oriente
E o Ocidente, eras, dinastias,
Símbolos, cosmos e cosmogonias
Brindam os muros, mas inutilmente.

Lento nas sombras, a penumbra e o nada
Exploro com o báculo indeciso,
Eu, que me figurava o Paraíso
Como uma biblioteca refinada.

Algo, que nomear ninguém se atreva
Com a palavra acaso, arma os eventos;
Outro já recebeu noutros cinzentos
Ocasos os mil livros e esta treva.

Ao errar pelas lentas galerias
Chego a sentir com vago horror sagrado
Que sou o outro, o morto, tendo dado
Os mesmos passos pelos mesmos dias.

Qual de nós dois escreve este poema
De um eu plural e de uma mesma mente?
Que importa o verbo que me faz presente
Se é uno e indivisível o dilema?

Groussac ou Borges, olho este querido
Mundo que se deforma e que se apaga
Em uma pálida poeira vaga
Que se parece ao sonho e ao olvido.

Autor: Jorge Luis Borges


Raul Seixas – Profecias

0 COMENTÁRIOS | Postado em 29-04-2013 por Joao Muniz na categoria Videos


Casamento

0 COMENTÁRIOS | Postado em 28-04-2013 por Joao Muniz na categoria Espiritualidade

Na Terra, o casamento é precedido de uma fase de namoro ou noivado, onde predomina acentuado sentimentalismo e falsa poesia, que quase sempre se desmente após consumada a união conjugal. Antes do casamento, o homem e a mulher trocam juras ardentes na esfera das paixões efêmeras ou da poesia insincera tecendo um namoro ou noivado algo romântico; mas depois instituem um purgatório na forma do lar doméstico, quando o prosaísmo da vida em comum rasga todos os véus da contemporização anterior.

O noivado terrestre ainda é a confusão entre o desejo e o interesse; ou quando muito, um arroubo de paixão transitória. O casamento, na Terra, para a maioria dos seres humanos, não passa de um mútuo negócio, onde as paixões significam a mercadoria em trânsito.

Antes de amparo espiritual, espécie de “oásis” que mitiga a sede de afetos no deserto da vida humana, o homem ainda considera o casamento e a constituição do lar terreno apenas como ensejo de equilíbrio fisiológico; e a mulher o supõe uma solução econômica e provisão de bens pessoais.

Poucas criaturas concebem o lar como oficina doméstica de atividade espiritual, espécie de zona de trabalho de espíritos em aprendizado, unidos pelo amor, ou como desafetos imantados pelo ódio. Os filhos representam a contribuição para o prolongamento do ensino, do entendimento e do amor desenvolvido entre os pais, contribuindo todos nesse exercício espiritual para à eleição da família universal.

Autor: Pena Branca


Little Numbers – Boy

0 COMENTÁRIOS | Postado em 25-04-2013 por Joao Muniz na categoria Videos


U2 – Who’s Gonna Ride Your Wild Horses

0 COMENTÁRIOS | Postado em 25-03-2013 por Joao Muniz na categoria Videos


Who Are You?

0 COMENTÁRIOS | Postado em 22-03-2013 por Joao Muniz na categoria Espiritualidade

Any tought that you have had about yourself,
It is simply a thought
The truth of who you are cannot be tought,
Because it is the source of all toughts.

The truth of who you are cannot be name or defined.
Words like soul, light, God, truth, self, consciouness,
the universal intelligence, or dinivity,
while capable of evoking the bliss of the truth,
are grossly inadequate as a description of the immensity
who you truly are.

However you identify yourself:
as child, adolescent, a mother, a father, an older person,
healthy person, sick person, a suffering person,
or an enlightened person, always, behind of that,
is the truth of yourself.

The truth of who you are is untouched by any concept of
who you are, whether ignorante ou enlightned,
worthless or grand.
The truth of who you are is free of it all.
You are already free
and all that blocks your realization of that freedom
is your own attachment to some thought of who you are.